|
=:=:=>Nos importando<=:=:=
|
acredite, existe coisas importantes necessárias a fazermos na nossa vidda... Não tenha preguiça, leie os textos e pense, se não é hora de você tornar sua vida algo que realmente preste....
Domingo, Setembro 05, 2004
 |
 |
 |
 |
Vou contar com minhas próprias palavras, um texto que eu ouvi, ele eh mt bonito!!!
" Estavam andando de moto, a velocidade só fazia crescer...
- Amor, diminui essa velocidade...
- Para quê? Está tão gostoso assim!
- Amor... Eu to ficando com medo... Diminui a velocidade dessa moto
- Não fique com medo..... Tá legal assim, e ainda por cima, eu to aqui com você
- Diminui essa velocidade, ou pára aqui para eu descer....
- Eu te amo muito!
- Eu também te amo, mas diminui essa velocidade...
- Eu vou diminuir se você fizer uma coisa...
- Diz...
- Tira meu capacete, coloca em você e me dá um beijo e um abraço bem apertado...
A namorada sem entender porque o namorado fez aqueles pedidos, fez tudo sem reclamar...
- Eu te amo muito, queria que você soubesse disso... Você me ama?
- Claro, eu te amo muito!!!!
Então, eles desceram numa ladeira, e bateram...
A menina, só acordou no hospital... Estava deitada e um policial e um médico a observavam...
- Onde está meu namorado?
- Senhorita, por favor, não faça muito esforço...
- Onde está meu namorado?
- O seu namorado era o que estava na moto?
- Sim! Onde ele está?
- Temos uma noticia muito ruim... - disse o policial...
- Seu namorado, não resistiu e morreu... na hora - disse o médico
- A sua sorte - disse o policial - foi que você estava usando o capacete... Se Não...
- Se machucou mas não a ponto de morrer...
- De qualquer maneira... Seu namorado deve ter percebido o que estava acontecendo, pois vocês perderam o freio e o acelerador da moto, então, a moto ficou dscontrolada... Quem não estivesse com o capacete ali, morreria...
Então a garota chorou, pois seu namorado tinha feito uma linda declaração de amor... Salvou a vida de sua namorada, morrendo em seu lugar..."
postado por: Thainá Targino 10:20 PM
|
 |
 |
 |
 |
Comments:
Quarta-feira, Julho 14, 2004
 |
 |
 |
 |
Hoffmann (Verdadeiro AMOR )
O VERDADEIRO AMOR
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de
missionários, foi atingido por um bombardeio.
Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as
restantes ficaram gravemente feridas.
Entre elas, uma menina de oito anos,considerada em pior estado.
Era necessário chamar ajuda por um rádio e afim de que algum tempo,
um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegassem ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido
aos traumatismos e à perda de sangue.
Era urgente fazer uma transfusão, mas como?
Após alguns testes rápidos,puderam perceber que ninguém
ali possuía o sangue preciso.
Reuniram as crianças e entre gesticulações,arranhadas no idioma,
tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisavam
de um voluntário para doar o sangue.
Depois de um silêncio sepulcral,viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente.
Era um menino chamado Heng.
Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante
e espetaram-lhe uma agulha na veia.
Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.
Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou
o rosto com a mão que estava livre.
O médico lhe perguntou se estava doendo e ele negou.
Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo às lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto.
Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia.
O médico pediu para que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng.
Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele
e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando...
Minutos depois ele estava novamente tranquilo
A enfermeira então explicou aos americanos:
"- Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido direito
o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer."
O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
"- Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?"
E o menino respondeu simplesmente:
"- Ela é minha amiga."
postado por: Thainá Targino 8:59 PM
|
 |
 |
 |
 |
Comments:
Terça-feira, Maio 04, 2004
 |
 |
 |
 |
Hoffmann ( Lição de vida ) A última história de hoje
A História é longa mas, muito bonita. Percam 5 minutinhos para lê-la e verão se concordam ou não comigo.
Ele estava na 3ª série em que eu lecionei na escola Saint Mary`s em Morris, Minn.
Todos os 34 alunos eram importantes para mim, mas Mark Eklund era um em um milhão.
Muito bonito na aparência, mas com aquela atitude `é bom estar vivo que fazia mesmo
uma travessura interessante. Mark falava incessantemente.
Eu tinha que lembrá-lo a toda hora, que conversar sem pedir licença não era permitido.
O que me impressionava muito, porém, era sua resposta sincera toda vez que eu precisava chamar sua atenção pelas travessuras,
"Obrigado por me corrigir, Irma!"
Eu não sabia o que fazer disto, mas me acostumei a ouvir esta frase muitas vezes ao dia.
Uma manhã eu já estava perdendo a paciência quando o Mark falava repetitivamente, e eu cometi um erro de professor principiante.
Olhei para o Mark e disse:
- "Se você disser mais uma palavra, eu taparei sua boca com fita adesiva!"
Passaram-se dez segundos quando Chuck deixou escapar:
-"O Mark está conversando de novo."
Eu não havia pedido a nenhum dos alunos para me ajudar a cuidar do Mark, mas como dei o aviso da punição na frente de toda a classe, eu tive de tomar uma atitude. Eu lembro a cena como se fosse hoje.
Eu caminhei até a minha mesa, deliberadamente abri minha gaveta, e peguei um rolo de fita adesiva. Sem dizer uma palavra, fui até a mesa do Mark, destaquei dois pedaços de fita e fiz um X sobre a boca dele.
Voltei, então, para a frente da sala de aula.
Assim que olhei para o Mark para ver o que estava fazendo,ele piscou para mim.
Isto foi o suficiente!! Eu comecei a rir.
A turma aplaudiu assim que retornei a mesa do Mark, removi a fita, e encolhi meus ombros.
Suas primeiras palavras foram:
- "Obrigado por me corrigir, Irma."
Recebi uma proposta para assumir uma turma de 1º grau de matemática no final do ano. Os anos passaram, e antes que eu soubesse, Mark estava na minha turma novamente.
Ele estava mais bonito que nunca e tão educado. Uma vez que teria de escutar atentamente minhas explicações na "nova matemática", ele não falou tanto na nona séria, como fez na terceira. Numa Sexta-feira, as coisas não pareciam boas. Havíamos trabalhado duro a semana toda em cima de um conceito matemático, eu senti que os alunos estavam tensos, frustrados com eles mesmos, e nervosos uns com os outros.
Eu tinha de parar este mau humor antes que fugisse do meu controle. Então pedi a eles que listassem os nomes dos colegas de classe em duas folhas de papel, deixando um espaço entre cada nome. Daí eu disse a eles para pensarem na coisa mais legal que eles poderiam dizer sobre cada um dos seus colegas e escrever na lista.
Isto levou o restante do período de aula para terminar esta tarefa, e à medida que iam deixando a sala, cada um foi me entregando suas listas.
O Charlie sorriu. O Mark disse:
- "Obrigado por me ensinar Irma. Tenha um bom final de semana." Naquele Sábado, escrevi o nome de cada aluno numa folha separada, e listei o que cada os outros haviam escrito sobre cada indivíduo.
Segunda-feira eu entreguei as listas para cada um dos alunos. Logo, toda a sala estava sorrindo. "Mesmo?" Eu ouvi uns sussurros.
"Eu nunca pensei que eu significasse tanto para alguém!"
"Eu não sabia que outros gostavam tanto de mim."
Ninguém nunca mais mencionou sobre estes papéis em sala de aula.
Nunca soube se eles discutiram sobre o assunto depois da aula, ou com seus pais, mas não importava.
O exercício atingiu o seu objetivo. Os alunos estavam felizes com eles mesmos e com os outros novamente. Aquele grupo de estudantes seguiu seu caminho. Vários anos mais tarde, depois de retornar das minhas férias, meus pais se encontraram comigo no aeroporto.
No caminho de volta para casa, minha mãe me fez as perguntas usuais sobre a viagem, o tempo, minhas experiências em geral.
Houve uma pausa na conversa. Minha mãe deu uma olhada para meu pai e disse:
- "Pai?" Meu pai limpou a garganta como sempre fez antes de dizer algo importante.
-"Os Eklunds ligaram ontem à noite," ele começou.
-"Mesmo?" eu disse. "Eu não soube deles por anos. Eu fico imaginando como está o Mark.
" O meu pai respondeu em baixo tom
- "Mark foi morto no Vietnã, o funeral é amanhã, e os pais dele gostariam que você fosse."
A partir deste dia, eu marquei o ponto exato da freeway I-494 quando o meu pai me deu a notícia sobre o Mark. Eu nunca havia visto um militar num caixão antes. Mark estava tão bonito, tão maduro. Tudo o que pude pensar naquele momento foi:
- "Mark, eu daria todas as fitas adesivas do mundo se você pudesse falar comigo.
" A igreja estava cheia de amigos do Mark. A irmã do Chuck cantou "The Battle Hymn of the Republic.
" Por que teve de chover no dia do funeral?
Já era difícil o suficiente estar ao lado da sepultura. O pastor recitou as orações normais e o trompete soou. Um a um aqueles que amavam Mark aproximaram-se do caixão pela última vez e o borrifaram com água benta. Eu fui a última a abençoar o caixão.
Enquanto eu estava ali, um dos soldados que carregava um manto se aproximou e perguntou:
- "Você foi professora de matemática do Mark?" Eu concordei e continuei a olhar o caixão.
- "Mark falava muito sobre você." ele disse.
Depois do funeral, a maior parte dos colegas de Mark dirigiram-se para a fazenda de Chuck para o almoço. Os pais do Mark estavam lá, obviamente esperando por mim.
- "Nós queremos lhe mostrar algo" disse o pai, tirando a carteira dele do bolso.
"Eles acharam isto com o Mark quando ele foi morto.
Achamos que você reconheceria." Abrindo a carteira, ele cuidadosamente removeu dois folhas de caderno bem velhas que foram obviamente remendadas com fita,dobrados e desdobrados muitas vezes.
Eu já sabia, sem ter de olhar para elas, que se tratava daqueles papéis onde eu listei as coisas boas que cada um dos colegas do Mark haviam escrito sobre ele.
- "Muito obrigado por fazer isso." disse a mãe de Mark.
Como você pode ver, Mark apreciou muito."
Os colegas do Mark começaram a se aproximar de nós.
Charlie sorriu timidamente e disse:
- "Eu ainda tenho a minha lista.
Está na primeira gaveta da minha escrivaninha em casa.
" A esposa do Chuck disse:
- "O Chuck me pediu para colocar a lista dele no nosso álbum de casamento." -
"Eu tenho a minha também." disse Marilyn. "Está no meu diário."
Então Vicki, uma outra colega, pegou a sua lista toda amassada do bolso e a mostrou para o grupo.
- "Eu sempre a carrego comigo." disse Vicki sem mover um cílio.
- "Eu acho que todos nós guardamos nossas listas."
Foi quando então, eu realmente sentei e chorei.
Eu chorei por Mark e por todos seus amigos que nunca o veriam novamente.
Escrito por: Sister Helen P. Mrosla.
A densidade de pessoas na sociedade é tão espessa que esquecemos que a vida vai acabar um dia.
E nós não sabemos quando será o nosso dia.
Então por favor, diga às pessoas que você ama e gosta, que elas são especiais e importantes. Diga a elas, antes que seja muito tarde.
postado por: Thainá Targino 8:09 PM
|
 |
 |
 |
 |
Comments:
 |
 |
 |
 |
Hoffmann (Anjo da guarda )
Descalça e suja, a pequena garota ficava sentada no
parque olhando as pessoas passarem.
Ela nunca tentava falar, não dizia uma única palavra.
Muitas pessoas passavam por ela, mas nenhuma sequer
lhe lançava um simples olhar.
Ninguém parava, inclusive eu.
No outro dia eu decidi voltar ao parque curiosa para ver se a pequena garota ainda estaria lá.
Exatamente no mesmo lugar aonde ela estava sentada
no dia anterior, ela estava empoleirada no alto do banco
com o olhar mais triste do mundo.
Mas hoje eu não pude simplesmente passar ao largo,
preocupada somente com meus afazeres.
Ao contrário, eu me vi caminhando ao encontro dela.
Pelo que todos sabemos, um parque cheio de pessoas estranhas
não é um lugar adequado para crianças brincarem sozinhas.
Quando eu comecei a me aproximar dela
eu pude ver que as costas do seu vestido indicavam uma deformidade.
Eu conclui que esta era a razão pela qual as pessoas
simplesmente passavam e não faziam esforço algum em
se importar com ela.
Quando cheguei mais perto a garotinha
lentamente baixou os olhos para evitar meu intenso olhar.
Eu pude ver o contorno de suas costas mais claramente.
Ela era grotescamente corcunda...
Eu sorri para lhe mostrar que eu estava bem e que estava
lá para ajudar e conversar.
Eu me sentei ao lado dela e iniciei com um olá.
A garota reagiu chocada e balbuciou um "oi"
após fixar intensamente meus olhos.
Eu sorri e ela timidamente sorriu de volta.
Conversamos até o anoitecer, quando o parque
já estava completamente vazio.
Todos tinham ido estávamos sós.
Eu perguntei porque a garotinha estava tão triste.
Ela olhou para mim e me disse:
- "Porque eu sou diferente".
Eu imediatamente disse sorrindo:
- "Sim, você é".
A garotinha ficou ainda mais triste dizendo:
- "Eu sei".
- "Garotinha" eu disse "você me lembra um anjo,
doce e inocente".
Ela olhou para mim e sorriu lentamente,
levantou-se e disse:
- "De verdade?".
- "Sim querida, você é um pequeno anjo da
guarda mandado para olhar todas estas
pessoas que passam por aqui".
Ela acenou com a cabeça e disse sorrindo:
- "Sim", e com isto abriu suas asas
e piscando os olhos falou:
- "Eu sou seu anjo da guarda".
Eu fiquei sem palavras e certa de que
estava tendo visões. Ela finalizou:
- "Quando você deixou de pensar unicamente
em você, meu trabalho aqui foi realizado".
Imediatamente eu me levantei e disse:
- "Espere!!! Por que então ninguém mais
parou para ajudar um anjo?"
Ela olhou para mim e sorriu:
- "Você foi a única capaz de me ver" e desapareceu.
Com isto minha vida foi mudada drasticamente...
postado por: Thainá Targino 8:07 PM
|
 |
 |
 |
 |
Comments:
 |
 |
 |
 |
Hoffmann ( O valor da Inocência )
Uma garotinha esperta de apenas seis anos de idade, ouviu seus pais conversando sobre seu irmãozinho mais novo.
Tudo que ela sabia era que o menino estava muito doente e que estavam completamente sem dinheiro.
Iriam se mudar para um apartamento num subúrbio, no próximo mês, porque seu pai não tinha recursos para pagar as contas do medico e o aluguel do apartamento.
Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvar o garoto, e não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes dinheiro.
A menina ouviu seu pai dizer a sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado: "somente um milagre poderá salva-lo.
"Ela foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo, no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente, três vezes. O total tinha que estar exato.
Não havia margem de erro. Colocou as moedas de volta no vidro com cuidado e fechou a tampa.
Saiu devagarzinho pela porta dos fundos e andou cinco quarteirões ate chegar a farmácia.
Esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento.
Ela, então, esfregou os pés no chão para fazer barulho, e nada! Limpou a garganta com o som mais alto que pode,
mas nem assim foi notada. Por fim, pegou uma moeda e bateu no vidro da porta.
Finalmente foi atendida!
"O que você quer? " perguntou o farmacêutico com voz aborrecida.
"Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo ha séculos", disse ele sem esperar resposta.
"Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão", respondeu a menina no mesmo tom aborrecido.
"Ele esta realmente doente... E eu quero comprar um milagre.
"Como?", balbuciou o farmacêutico admirado "Ele se chama Andrew e esta com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e papai disse que só um milagre poderá salva-lo." E e por isso que eu estou aqui.
Então, quanto custa um milagre?"
¿ Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajuda-la", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.
"Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se nao for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa,
insistiu a pequena."
O irmão do farmacêutico era um homem gentil. Deu um passo a frente e perguntou a garota:
"Que tipo de milagre seu irmão precisa?
"Não sei", respondeu ela, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele esta muito mal e mamãe diz que precisa ser operado.
Como papai não pode pagar, quero usar meu dinheiro."
" Quanto você tem?", perguntou o homem de Chicago.
"Um dólar e onze centavos", respondeu a menina num sussurro.
"E tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso."
"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e onze centavos! Exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos."
O homem pegou o dinheiro com uma mão e, dando a outra mão a menina, disse: "Leve-me ate sua casa.
Quero ver seu irmão e conhecer seus pais.
Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.
" Aquele senhor gentil era um cirurgião, especializado em Neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custos. Alguns meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.
A mãe e o pai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos.
"A cirurgia", murmurou a mãe, "foi um milagre real.
Gostaria de saber quanto custou!"
A menina sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre...
Um dólar e onze centavos...
Mais a fé de uma garotinha...
postado por: Thainá Targino 7:59 PM
|
 |
 |
 |
 |
Comments:
 |
 |
 |
 |
Hoffmann (Sempre tenha fé)
Cada dia, ao meio-dia,
um pobre velho entrava na Igreja,
e poucos minutos depois, saía.
Um dia, o sacristão lhe perguntou
o que fazia (pois havia objetos de valor na Igreja).
Venho rezar, respondeu o velho.
Mas é estranho, disse o sacristão,
que você consiga rezar tão depressa.
Bem, retrucou o velho,
eu não sei recitar aquelas orações compridas.
Mas todo dia, ao meio-dia
eu entro na Igreja e só falo:
-"Oi Jesus, eu sou o Zé, vim te visitar."
Num minuto, já estou de saída.
É só uma oraçãozinha,
mas tenho certeza que Ele me ouve.
Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente
e foi internado num hospital e,
na enfermaria, passou a exercer uma
influência sobre todos:
os doentes mais tristes se tornaram alegres,
muitas risadas passaram a ser ouvidas.
Zé, disse-lhe um dia a irmã,
os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre....
É verdade, irmã, estou sempre tão alegre.
É por causa daquela visita que recebo todo dia.
Me faz tão feliz.
A irmã ficou atônita.
Já tinha notado que a cadeira encostada
na cama do Zé estava sempre vazia.
O Zé era um velho solitário, sem ninguém.
- Que visita?
- A que hora?
- Todos os dias. Respondeu Zé;
com um brilho nos olhos.
Todos os dias ao meio-dia
Ele vem ficar ao pé cama.
Quando olho para Ele,
Ele sorri e diz:
-"Oi, Zé, eu sou Jesus,
eu vim te visitar".
Muito legal
postado por: Thainá Targino 7:57 PM
|
 |
 |
 |
 |
Comments:
Sexta-feira, Abril 30, 2004
 |
 |
 |
 |
Texto ´para refelxão -------- A mensagem do A_Deus
Era, manha, tudo ali, era bonito, ela vinha caminhando, gentilmente pela calçada, pensando em sua vida, ela tinha passado por um dia, estranhamente calmo, e mais tarde iria a uma festa, de um amigo... Que tava dando uma festa de arromba, pois, iria sair do colégio, ela tava feliz... Passava ali agora, seus colegas de classe, e lhe davam um oi, feliz, também. Ela continuava andando, não sabia ela para onde, apenas andava, apenas continuava caminhando, sorria, e falava com todos até mesmo aqueles que ela nem conhecia, mas falava:
- Oi tenha um ótimo dia!
Ela, não costumava dar muita atenção as pessoas ao redor dela. Mas naquele dia ela gostava de ouvir as pessoas respondendo seus cumprimentos, com um sorriso no rosto, mas para onde ela estava indo? Ela andava pelas calçadas, já tinha dado um bom tempo em que ela estava dando círculos pelo mesmo lugar. E ia, assim, até, que lhe bateu um cansaço, cansaço de estar ali dando círculos, cansaço de estar a um bom tempo andando, cansaço por ter que olhar as mesmas paisagens.
Surgiu então a vontade de ir para sua casa, que não ficava muito longe dali, vontade de dar um abraço bem forte em sua mãe, e vontade de ir dormir. Então foi isso mesmo que ela fez.
Chegando em casa, foi até o seu quarto, deitou-se. Ela agora, estava num lugar muito lindo, muito diferente de tudo que ela já tinha visto, um lugar cheio de flores, um lugar onde os passarinhos cantavam alegremente, um lugar onde parecia com o Brasil antes do descoberta dele. Um lugar, de belezas exóticas e variadas. Um lugar tão belo, que quanto mais ela andava, mas ela se sentia, feliz, em paz. Mas ela acordou então, voltou ao seu quarto, a seu dia estranhamente calmo, a sua casa. Ela olhou para o relógio, precisava se arrumar , para ir para a festa de seu amigo.Foi isso que ela fez. Mas as imagens do lindo lugar que por um breve instante ela visitou e se deslumbrou, sempre tornavam a retornar para a sua mente.
Quando estava pronta, foi até o local, onde sua mãe se localizava. Deu um grande beijo em seu rosto, e lhe disse EU TE AMO, de uma forma que nunca fizera antes, parecia que estava se despedindo. Seu pai acabara de chegar em casa, deu nele também um grande beijo que estalara, e um abraço quase tão forte quanto o de um gigante, e lhe disse calmamente um simples EU AMO TANTO VOCÊS. SEMPRE AMEI, MESMO QUE NUNCA TENHA DITO ISSO. VOCÊS ME CRIARAM E SEMPRE ME DERAM AMOR. NUNCA PODERIA ME ESQUECER DE TUDO O QUE VOCÊS FIZERAM POR MIM. SEMPRE TEREI ESSA IMENSA GRATIDÃO. AGRADEÇO A DEUS TODOS OS DIAS, POR VOCÊS TEREM SIDO OS MEUS PAIS.
Eles a olhavam receosos. Com uns olhares medrosos e assustados. Mas ela em seguida disse:
-Se eu tivesse nascido em outra família, não teria tido nem a metade da felicidade que tive em todos esses anos. Vocês estiveram e sempre estarão dentro do meu coração.
Não precisam ficar desse jeito, assustados, só achei que era a hora apropriada para dizer como os amo. De um grande beijo em minha irmã querida. Escrevi essa carta em meu quarto quando estava me arrumando, assim que ela chegar a entregue por favor, e fale ainda, que mesmo com nossas discussões, eu sempre a protegi. E sempre a tive como minha irmãzinha querida. Para meus familiares diga ainda hoje, que eu os amo muito. E que um dia eu não puder falar com eles, eles poderão falar comigo.
- O que foi isso que você guardou em sua bolsa?
- Apenas um bilhete, mamãe. Umas coisas que aconteceram em minha vida e nunca contei a ninguém. Algo que um dia vocês precisarão saber.
- Mas porque tudo isso?
- Tudo isso o que, papai? Apenas estou lhes dizendo que os amo muito. Que vocês todos são especiais, e mesmo no dia que vocês não puderem me ver, eu sempre estarei por perto para, ficar junto daqueles que me amam.
- Mas, você nunca foi de dizer essas coisas.
- Tudo tem sua hora. Não podia ficar a minha vida inteira, com isso guardado dentro de mim.
- Mas porque agora? Porque não amanha?
- Porque não se pode adiar o que pode se fazer hoje.
- Ta certo.
- Agora, se me dão licença, vou para a festa de despedida, do meu amigo, e... passei de ano. Mas um orgulho que eu vos dou. Eu sempre os amei, e sempre os amarei.
- Tchau filha, te vejo mais tarde.
- Beijos.Adeus.
Chegando na festa, saiu distribuindo bilhetes a seus amigos, e pedindo que só o abrissem no amanhecer do outro dia. Ninguém nunca tinha a visto tão bonita, tão feliz, e de bem com a vida. Sua alegria contagiava a todos que estavam ao seu redor. Estava completamente esplêndida. Tinha colocado sua melhor roupa para ir naquela festa. Na hora de ir embora, se despediu, dizendo apenas a palavra ADEUS.
Saiu e disse, a duas de suas amigas:
- Vou com vocês, tudo bem? Vocês precisam presenciar o que vai acontecer hoje, comigo.
- E o que vai acontecer com você hoje?
- Hoje eu vou ser literalmente um anjo.
- Então, amiga, quando fores um anjo, pergunte A Deus, se ele pode me dizer se eu vou ser feliz, algum dia.
- Mas isso não precisa perguntar, todos vieram ao mundo para serem felizes.
- Nossa, amiga, você está inspirada. Bem , mas então amiga, quando estiveres ao lado de Deus, peça-lhe para que eu encontre a felicidade e o sentindo da vida. E não se esqueça de me visitar.
- Pode deixar, prometo que farei isso. Te dou a minha palavra.
- E para onde nós vamos agora?
- Vamos ir por aqui.
- Mas é o caminho mais longo, você sempre prefiriu os mais rápidos.
- Há momentos na vida, que temos que experimentar coisas novas. E viver cada minuto como se fosse o último...
- Então, por você, vamos ir nesse caminho.
Naquele momento, elas ouviram um barulho, todas estavam assustadas, menos Ela, ela andava calmamente, em direção ao barulho. Então três homens mascarados saíram correndo, e ela disse as suas amigas:
- Não fiquem com medo, Deus está conosco. E eu estou aqui para perder se preciso minha vida pelas pessoas que amo.
E nesse momento, um dos bandidos, apontou uma arma para Ela, e atirou. Ela caiu, na rua asfaltada há pouco tempo, o asfalto ainda continuava morno. Mas quando caiu, ela já havia morrido. Suas amigas, gritavam e choravam, imploravam por socorro. E logo, apareciam pessoas correndo em suas direções. Não tinha sentido, ela era tão jovem, havia morrido, tão feliz que ela estava, tão contente, mas só estava esperando a morte. Uma ótima amiga, uma ótima filha, uma grande pessoa. Seus pais logo em seguida souberam do acontecido, mas no rosto dela, não havia, choro, havia, um pequeno sorriso em seus lábios, ela já esperava, diziam as pessoas. Ao amanhecer todos já sabiam da trágica historia. E numa pequena reunião de amigos, todos muito cansados, passaram a noite em claro. Com a roupa da festa ainda no corpo. Quando uma pessoa disse:
- Os bilhetes.
- O que?
- Os bilhetes, que ela nos deu. Na festa. ¿¿Leia apenas ao amanhecer.¿¿
- O que é que tem?
- Ela já esperava não?
- Esperava o que?
- Se nós lermos... Ela escreveu alguma coisa para a gente. Talvez tenha alguma coisa.
Os bilhetes eram todos iguais, com a mesma mensagem, que assim dizia:
¿¿ Amiga(o),
Olá, eu só quero dizer, que você sempre esteve do meu lado, obrigada, por você ter aparecido em minha vida, desculpe se em algum momento, eu te machuquei. Com certeza não foi por querer. As nossas vitórias e derrotas, sempre nos ajudaram a crescer não foi mesmo? Sempre estivemos um do lado do outro. E foram momentos muito bons. Eu os amo muito. Mas hoje, eu conheci, um lugar muito lindo. E eu logo estarei lá. Fui chamada por um rei, para viver com ele, sei que vocês sofrerão, mas eu estarei bem. Minha vida na terra andava muito triste ultimamente. Estava esquecendo o sentido da existência. Mas, amigo, não quero que chore, eu apenas me mudei. Sempre estarei com você. ¿¿Para estar junto, não é preciso estar perto, mas sim do lado de dentro.¿¿
Agora, quem sabe não sou um anjo?! Não fique triste pela perda de meu corpo, pois a minha alma está com você.
Sei que só agora, encontrei a minha verdadeira felicidade. Se vocês se entristecerem por mim, eu apenas ficarei triste também. Eu vou ter paz. Eu mereço. E logo, nos encontraremos novamente. ¿¿Saudade não significa que não estamos mais juntos, mas que um dia estaremos juntos novamente.¿¿ Tudo bem, então, eu suponho? Beijos de quem muito te admira e te ama.
Até um breve dia.
Eu¿¿
A mensagem que ela deixou para os pais naquele papel, dizia, exatamente, coisas que ela fez um dia, e eles nunca souberam e no final havia escrito:
¿¿Desculpe se os decepcionei em alguns momentos. Não chores, ta? Eu estou bem. Fui avisada antes de ir. Não, fique imaginando como seria se não tivesse isso, isso só vai aumentar o sofrimento. Eu já disse, que os amo. Mas não custa dizer novamente: EU AMO VOCÊS.¿¿
Para sua irmã ela deixou a seguinte mensagem:
¿¿Maninha querida,
Sei que tivemos muitas brigas. Mas isso já passou. Não fique se culpando. Não pare sua vida. Continue a viver. E dê muita força para a mamãe e o papai. Você cresceu me tendo como sua irmã mais velha, mais, um dia isso ia acontecer. Se foi agora, foi a vontade de Deus. Eu estou com Ele, agora, olhando vocês, e protegendo-os. Nunca guardei rancor de vocês, nem nunca guardarei. Meu corpo pode deixar de existir, mas meu coração está muito vivo, enquanto vocês me amarem, e manterem viva a esperança de vocês, no amor e na paz. Essa tragédia, pode parecer que foi ruim, mas com certeza, vocês perceberam que foi para que alguma coisa de boa acontecesse. Eu te amo, minha irmã.¿¿
E para nós ela deixou a mensagem, que a morte não é o fim, mas o começo, de uma vida mais bela, e mais feliz. Que a morte, para quem fica é dolorosa, mas para quem vai, é triunfante. Que a vida tem altos e baixos, mas tudo passa. Que cada dia se aprende, coisas novas, e que temos que valorizar, as coisas, a cada minuto. Que estamos em estada na terra, mas que logo voltaremos para nossa casa. A casa de Nosso Pai, logo voltaremos A DEUS.
postado por: Thainá Targino 6:08 PM
|
 |
 |
 |
 |
Comments:
|
|